Sem polinização, sem futuro: a importância de salvar as abelhas.
Apesar de serem essenciais para a agricultura e manutenção da biodiversidade, milhões de abelhas estão morrendo no Brasil por causa dos agrotóxicos.
Tão pequenas e tão potentes! As abelhas são fundamentais para a segurança alimentar em todo mundo, sendo responsáveis por polinizar a maioria das plantas e dos vegetais que nutrem todas as espécies. Mas, infelizmente, a importância dessas polinizadoras para a produção global de alimentos não está impedindo seu risco de extinção.
Nos últimos cinco anos, mais de 500 milhões de abelhas morreram só no Brasil e o principal motivo é a utilização abusiva de veneno. Ou seja, o primeiro passo para evitar a morte massiva das abelhas é combater e reduzir o uso de agrotóxicos, conforme as diretrizes da Plataforma Intergovernamental para Biodiversidade (IPBES) da ONU.
“Quase metade dos agrotóxicos matadores de abelha que já vem sendo proibidos mundo afora estão vindo parar no Brasil”, destaca Marina Lacorte, porta-voz de Agricultura do Greenpeace Brasil. “Esses insetos oferecem um serviço de valor inestimável para o planeta: a polinização. Além da contribuição para a manutenção das florestas, a ameaça a esses animais é um tiro no pé na produção de alimentos e da sobrevivência humana”.
Brasil é maior importador de agrotóxicos letais às abelhas
Os neonicotinóides, ou neônicos, são agrotóxicos altamente nocivos aos insetos polinizadores e já foram banidos pela União Europeia, que possui uma legislação rígida contra agrotóxicos e proíbe o uso de vários. Porém, empresas do bloco europeu seguem fabricando e vendendo esses venenos ao Brasil, onde a lei é muito permissiva.
Investigação do Greenpeace e da Public Eye revelou, pela primeira vez, a escala das exportações de agrotóxicos neônicos planejadas pela União Europeia: seis mil toneladas de venenos que matam as abelhas foram destinadas ao Brasil.
Se aprovado, o acordo UE-Mercosul vai agravar essa desigualdade global no uso de venenos, já que a resolução isenta os impostos sobre quase 90% dos agrotóxicos feitos pela União Europeia, incluindo os já banidos pelos países europeus, mas que ainda são liberados nos países da América do Sul.
Agricultura sem veneno é solução
A ciência e a sociedade estão unidas dizendo: chega de agrotóxicos! É possível alimentar todas as famílias sem veneno e com saúde através da agroecologia, basta melhorar e aumentar os investimentos e políticas para o setor.
A produção agroecológica de alimentos é feita em harmonia com a natureza e seus animais, além de zelar pela saúde dos agricultores e consumidores, é crucial também no enfrentamento e na adaptação às mudanças climáticas.
O que temos hoje é uma agricultura suicida, que esgota as riquezas naturais e coloca a população em risco.
MANIFESTO PELAS ABELHAS
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Autora: Andressa Santa Cruz
greenpeace.org


28º edição do Festival de Férias São Gonçalo do Rio das Pedras
O distrito de São Gonçalo do Rio das Pedras se prepara para a 28ª edição do Festival de Férias, que acontece de 13 a 18 de janeiro de 2026.
Realizado pela Associação Comunitária Sempre Viva, com apoio da Escola Estadual Mestra Virgínia Reis, o evento celebra a arte, a cultura e a força comunitária do Vale do Jequitinhonha.
Com programação que inclui música, teatro, circo, dança, literatura, cinema e diversas oficinas gratuitas para toda a comunidade, voltadas para a troca de saberes e a geração de renda., o festival deste ano adota o tema “Janelas Abertas para a Alegria Entrar”, destacando a alegria como forma de resistência em tempos difíceis.
Mais que um evento artístico, o festival é um espaço de troca, formação e fortalecimento dos laços locais.
A edição conta com patrocínio da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB) e apoio da da prefeitura municipal do Serro e do mandato da deputada Andréa de Jesus.

APRESENTAÇÕES:
Coletivo de Choro – Chora Gonçalo.
Déa Trancoso – Tum tum tum 25 anos.
Elisângela Ilkiu – Sonoras Paisagens em Movimento.
Evandro Archanjo – Gafieira Geral.
Felipe Figueira – Forró du Rapadura.
Felipe Tanaka – Show Tanaka do Pife & Grupo.
Gabriel Duarte – Paiol Sonoro.
Grupo Candeia do Cerrado – Orquestra de Berimbaus.
Helena Flávia de Lima – Ciranda de Saias.
Insensata Cia de Teatro – Memórias de Um Quintal.
Jéssica Gaspar – Jéssica Gaspar.
Juvenal Bernardes – Ô de Casa.
Leandro do Carmo Ribeiro – Show Shall MC e Banda.
Mateus Bahiense – Marimba Gerais.
Matias Hansen – Pretias.
Nádia Campos – Brasil Profundo, em Ritmos, Cantos e Tradições.
Natalício Vieira – Natalício e Convidados.
Pablo Aquiles – Caminhos.
Paollo Henrique – Bambu Roda Mundo Gira Roda.
Sergio Biazin – Canto de Outros Cantos.
Sidharta Goulart – Canções de Sobrevivência.
Terra Tupy – Trupe Familiar Terra Tupy.
Thaiane Leal – Um Quintal Maior que o Mundo.
Trio Minarã – Mãos que Fazem, Mãos que Tocam.
Vinícius Égas Magalhães – Tigre Banana.
OFICINAS:
Associação Comunitária Santo Expedito de Artesanato – Argila para Iniciantes.
Bárbara Lopes – Pintura para Crianças.
Brigada 1 – Brigadista Florestal Mirim
Carlinhos Ferreira – Paisagem Sonora.
Danielle Kelly – Mandala Terapêutica Olho de Deus.
Déa Trancoso – Jornada de Exu.
Do Xangô – Percussão para Crianças.
Eduardo Santana – Vivência de Coco.
Elisângela Ilkiu – Tecido Acrobático Circense.
Eva Aparecida Vieira – Quitandas.
Eva Ferreira – Brinquedos Antigos.
Evandro Archanjo – Cadeira em Palha.
Evandro Passos – Dança Afro.
Felipe Tanaka – Construção de Pífano.
Fiona Aman – Entre Eu e a Imagem laboratório Sensorial de Animação Experimental.
Gizele Maria Ribeiro / Rayanne Beatriz – Teatro de Sombras.
Juvenal Bernardes – Na Cadência do Cordel.
Laura Roque – Confecção de Bonecos de Garrafa PET de Manipulação Direta.
Levi Ramiro – Ritmos e Levadas na Viola Caipira.
Lucas Duarte – Oficina de Equilíbrio na Fita.
Luciana Moreno – Máscaras do Jequi – Da Confecção à Expressão Cênica.
Luciene Campos – Práticas da Terra.
Marco Antônio de Oliveira – Minhocário Doméstico.
Marcos Guião – Oficina de Xarope Caseiro.
Marcos Rhossard / Gisele Moura – Brincamundo e Cordão dos Bichos.
Maria das Mercês Marques – Bordado da Terra: Traços e Texturas da Nossa Terra.
Mateus Bahiense – Oficina de Pandeiro.
Mayan Maharishi e Marcela Bergamini – Cerrado em Cores.
Múcio da Silva – Capoeira Regional dos Rincões Baianos aos Sertões Mineiros.
Paollo Henrique Preto – Teatro do Oprimido.
Priscila Lima de Oliveira – Capim Barba de Bode.
Roberta Rocha – Escrita Criativa: Pequenos Escritores.
Romíria Penha – Dança Biruta
Tainá de Hollanda – Eu elemento – Voz do Corpo, Corpo da Voz.
Vinicius Jivanprit – Brincadeira Mirim no Quintal Passarim.
Visão Ambiental / Bellartesanatos – Serigrafia – Silkscreen.

